| Agora quero ir no colinho, pai |
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domingo, 7 de novembro de 2010
Sono, rotina, alimentação
João está dando muito trabalho para dormir. Melhorou um pouco depois que saímos do hotel e viemos pra casa, mas continua acordando muito à noite. Ele tinha toda uma rotina de dormir lá em Brasília que foi totalmente quebrada quando viemos pra cá. Além disso, tem o fuso horário - são dez horas de diferença -, os ambientes diferentes, os dentes que nasceram (dois dentinhos inferiores) e um grande salto de desenvolvimento, porque deu pra perceber que ele aprendeu a fazer várias coisas novas. Agora ele faz bolinhas de cuspe, puxa os pezinhos, rola pra todo lado, quase engatinha. Enfim, um monte de novidades.
Todo mundo diz que, para o bebê dormir bem à noite, tem que descansar e se alimentar bem durante o dia e ter uma rotina, principalmente antes da noite de sono. Estou tentando obedecer isso tudo, mas sem muito sucesso. Tá difícil. Fora isso, acho que outra coisa atrapalha. Ele viciou em dormir mamando e talvez pese no desconforto noturno a falta do peito o tempo todo.
Nunca quis que isso acontecesse, mas, como ele estava bem abaixo da sua curva de peso aos dois meses, o pediatra sugeriu dar o peito em livre demanda e aproveitar toda a necessidade de sucção do bebê, fazendo-o mamar, mamar e mamar. Deu certo e ele agora está ótimo, mas tenho que lidar com esse efeito colateral e tentar mudar o fato de ele precisar do peito pra continuar dormindo. Se ele mamasse até dormir e dormisse bem, sem acordar, eu não me incomodaria.
Só que não dá pra mudar de uma hora pra outra e, por isso, me pareceu razoável tentar a técnica da remoção gentil. Também estou seguindo o conselho da Tracy Hogg para amamentar o bebê sempre que ele acorda pra ver se ele passa a associar as mamadas a acordar e não a dormir. O pediatra também sugeriu começar a introduzir os sólidos pra ajudar a matar a fome, mas João não tem aberto a boca pra nada. Seguimos tentando.
Como está nossa rotina:
5h - João acorda e mama, mas fica resmungando até umas 7h, quando acorda de vez.
7h - acorda, mama, troca a fralda, toma banho de sol.
8h30 - Passeamos pela rua de casa e ele dorme, geralmente entre 40 minutos e uma hora. Se acorda chorando, mama um pouquinho pra dormir mais uma meia hora.
9h30 - Acorda, tento dar algum alimento, tipo banana amassada, e brinca até umas 11h30.
11h30 - dorme de novo (mamando, porque tb não quero acostumá-lo a passear pra domar sempre). Novamente, a soneca dura uns 40 minutos.
12h10 - acorda, mama e fica brincando até umas 14h ou 14h30.
14h - Dorme de 40 minutos a uma hora. Depois que acorda dessa soneca, começam as dificuldades pra dormir.
15h ou 15h30 - Acorda, mama e em geral não dorme mais de dia. Desconfio que tem a ver com a hora que o pai chega em casa, por volta de 16h30. Acho que ele quer brincar com Pedro e vice-versa.
18h30- banho dado pelo pai
18h45 - massagem
18h55 - começa a mamar pra dormir. Com sorte, ele mama quase uma hora e dorme. Aqui, tento a técnica da remoção gentil novamente. Quando dá certo, ele relaxa bem e mama um tempo de olhinhos fechados até entrar no sono de verdade. Quando dá errado, mama bastante, mas não dorme de jeito nenhum. Nem com peito, nem ficando no berço, nem colo, nada. Chora, chora, chora, dorme tarde e fica acordando a noite toda.
Pra esclarecer, já tentei colocar o Pedro pra pega-lo no colo quando chora, já tentei deixar no berço, já tentei coloca-lo no colo e ficar cantando. Enfim, o que dá um pouco certo é mesmo mamar, mas nem isso está adiantando muito. Ah, sim, ele não mama mamadeira de jeito nenhum, não gosta de chupeta, não está aceitando os sólidos. Não brincamos com ele quando acorda de noite, sempre olhamos se está com fralda suja, etc. Não sei mesmo o que pode estar acontecendo. Talvez as mudanças todas ainda estejam interferindo muito na vida dele. Espero que melhore rápido! Alguma sugestão?
Todo mundo diz que, para o bebê dormir bem à noite, tem que descansar e se alimentar bem durante o dia e ter uma rotina, principalmente antes da noite de sono. Estou tentando obedecer isso tudo, mas sem muito sucesso. Tá difícil. Fora isso, acho que outra coisa atrapalha. Ele viciou em dormir mamando e talvez pese no desconforto noturno a falta do peito o tempo todo.
Nunca quis que isso acontecesse, mas, como ele estava bem abaixo da sua curva de peso aos dois meses, o pediatra sugeriu dar o peito em livre demanda e aproveitar toda a necessidade de sucção do bebê, fazendo-o mamar, mamar e mamar. Deu certo e ele agora está ótimo, mas tenho que lidar com esse efeito colateral e tentar mudar o fato de ele precisar do peito pra continuar dormindo. Se ele mamasse até dormir e dormisse bem, sem acordar, eu não me incomodaria.
Só que não dá pra mudar de uma hora pra outra e, por isso, me pareceu razoável tentar a técnica da remoção gentil. Também estou seguindo o conselho da Tracy Hogg para amamentar o bebê sempre que ele acorda pra ver se ele passa a associar as mamadas a acordar e não a dormir. O pediatra também sugeriu começar a introduzir os sólidos pra ajudar a matar a fome, mas João não tem aberto a boca pra nada. Seguimos tentando.
Como está nossa rotina:
5h - João acorda e mama, mas fica resmungando até umas 7h, quando acorda de vez.
7h - acorda, mama, troca a fralda, toma banho de sol.
8h30 - Passeamos pela rua de casa e ele dorme, geralmente entre 40 minutos e uma hora. Se acorda chorando, mama um pouquinho pra dormir mais uma meia hora.
9h30 - Acorda, tento dar algum alimento, tipo banana amassada, e brinca até umas 11h30.
11h30 - dorme de novo (mamando, porque tb não quero acostumá-lo a passear pra domar sempre). Novamente, a soneca dura uns 40 minutos.
12h10 - acorda, mama e fica brincando até umas 14h ou 14h30.
14h - Dorme de 40 minutos a uma hora. Depois que acorda dessa soneca, começam as dificuldades pra dormir.
15h ou 15h30 - Acorda, mama e em geral não dorme mais de dia. Desconfio que tem a ver com a hora que o pai chega em casa, por volta de 16h30. Acho que ele quer brincar com Pedro e vice-versa.
18h30- banho dado pelo pai
18h45 - massagem
18h55 - começa a mamar pra dormir. Com sorte, ele mama quase uma hora e dorme. Aqui, tento a técnica da remoção gentil novamente. Quando dá certo, ele relaxa bem e mama um tempo de olhinhos fechados até entrar no sono de verdade. Quando dá errado, mama bastante, mas não dorme de jeito nenhum. Nem com peito, nem ficando no berço, nem colo, nada. Chora, chora, chora, dorme tarde e fica acordando a noite toda.
Pra esclarecer, já tentei colocar o Pedro pra pega-lo no colo quando chora, já tentei deixar no berço, já tentei coloca-lo no colo e ficar cantando. Enfim, o que dá um pouco certo é mesmo mamar, mas nem isso está adiantando muito. Ah, sim, ele não mama mamadeira de jeito nenhum, não gosta de chupeta, não está aceitando os sólidos. Não brincamos com ele quando acorda de noite, sempre olhamos se está com fralda suja, etc. Não sei mesmo o que pode estar acontecendo. Talvez as mudanças todas ainda estejam interferindo muito na vida dele. Espero que melhore rápido! Alguma sugestão?
sábado, 6 de novembro de 2010
De repente, trinta!
Eu me lembro como se fosse ontem. Quando a gente começa a repetir essa frase, é porque os trinta bateram à porta. Ninguém diz "Eu me lembro como se fosse ontem daquele meu aniversário", quando se tem onze ou dezenove. Só nós, nos trinta, ou quase lá, ou depois, é que dizemos isso. Eu me lembro como se fosse ontem de meus pais dizerem que se lembravam como se fosse ontem.
Pois é. Agora é minha vez. Eu pensei que faria um festão nessa data. Eu pensei que faria festão aos 15 e aos 18 também e não foi nada disso. Os aniversários mais marcantes da minha vida foram talvez o de 17 - quando estava em intercâmbio -, o de 19 (o primeiro na época da faculdade), e o de 28, logo depois de descobrir-me grávida.
E ontem, por ainda não conhecermos ninguém aqui, pensei que seria meio triste. Mas foi legal. É claro que eu queria todos os nossos amigos pra comemorar e encher a nossa casa, ou encher a cara de cachaça (oh, meu Deus, como eu quero poder voltar a beber um pouco de vinho, de cerveja, de tequila!), mas percebi que outras coisas me deixam contente também, que eu me divirto com minha família nova, mesmo dormindo tão pouco, tendo um único amigo e não entendendo nada do que dizem à minha volta. De repente, eu sou tão feliz.
Pois é. Agora é minha vez. Eu pensei que faria um festão nessa data. Eu pensei que faria festão aos 15 e aos 18 também e não foi nada disso. Os aniversários mais marcantes da minha vida foram talvez o de 17 - quando estava em intercâmbio -, o de 19 (o primeiro na época da faculdade), e o de 28, logo depois de descobrir-me grávida.
E ontem, por ainda não conhecermos ninguém aqui, pensei que seria meio triste. Mas foi legal. É claro que eu queria todos os nossos amigos pra comemorar e encher a nossa casa, ou encher a cara de cachaça (oh, meu Deus, como eu quero poder voltar a beber um pouco de vinho, de cerveja, de tequila!), mas percebi que outras coisas me deixam contente também, que eu me divirto com minha família nova, mesmo dormindo tão pouco, tendo um único amigo e não entendendo nada do que dizem à minha volta. De repente, eu sou tão feliz.
sábado, 30 de outubro de 2010
Também queremos ver Paul McCartney
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
De casa nova
Nos mudamos há duas semanas e, como eu previ, o sono do João melhorou. Agora ele só tem acordado no máximo duas vezes para mamar. Em geral, acorda por volta das 2h e, depois, só de manhã, umas 5h. Aí mama e dorme mais um pouco, até 7h.
Nossa casa é bem espaçosa, então tem um quarto só pro João. Pensamos que seria bom coloca-lo logo no quartinho dele, com as coisas dele. Mas acho que ele ainda é muito novo e não deu muito certo. Ele acordava toda hora. Não sei se porque sentia a nossa falta, ou porque o quarto dele é meio barulhento, ou os dois. Depois de transferirmos o berço dele para o nosso quarto, tudo ficou mais tranqüilo e nós todos dormimos melhor.
Antes, qualquer barulhinho a gente achava que era o menino. "Ele está sufocando". "Quer mamar". "Alguém entrou na casa à procura de um bebê ocidental lindo para seqüestrar". Não é brincadeira, eu já pensei tudo isso. Quem sabe?
Mais complicado agora é a rotina pra dormir. Ele está dando muito trabalho e cada dia fecha os olhinhos num horário diferente, depois de uma longa batalha contra o sono. Com tanta mudança, vai ser um pouco difícil organizar nossas vidas direitinho, mas estamos caminhando.
Nossa casa é bem espaçosa, então tem um quarto só pro João. Pensamos que seria bom coloca-lo logo no quartinho dele, com as coisas dele. Mas acho que ele ainda é muito novo e não deu muito certo. Ele acordava toda hora. Não sei se porque sentia a nossa falta, ou porque o quarto dele é meio barulhento, ou os dois. Depois de transferirmos o berço dele para o nosso quarto, tudo ficou mais tranqüilo e nós todos dormimos melhor.
| Quarto do João sem o berço |
Antes, qualquer barulhinho a gente achava que era o menino. "Ele está sufocando". "Quer mamar". "Alguém entrou na casa à procura de um bebê ocidental lindo para seqüestrar". Não é brincadeira, eu já pensei tudo isso. Quem sabe?
Mais complicado agora é a rotina pra dormir. Ele está dando muito trabalho e cada dia fecha os olhinhos num horário diferente, depois de uma longa batalha contra o sono. Com tanta mudança, vai ser um pouco difícil organizar nossas vidas direitinho, mas estamos caminhando.
| Nosso quarto, com o berço desmontável ao fundo |
| Rua da nossa casa: arborizada e larga. Dá pra passear de carrinho! |
E por último, como muita gente nos mandou emails e nos acordou de madrugada pra saber se estamos vivos depois de terremotos, vulcão, tsunamis e alagamentos...Sim, estamos vivinhos da Silva! Por aqui, só as ruas inundaram, como de costume, depois da chuva. As tragédias aconteceram bem longe, na ilha de Sumatra. Jacarta fica na ilha de Java! Esse país é formado por 17 mil ilhas. Tem pra todos os gostos e fenômenos naturais.
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Pediatra
Encontramos um médico bacana, um vovozinho indiano. Levamos o João na tal clínica que atende sobretudo a comunidade internacional e gostamos. Lugar limpo, ajeitado, uma beleza. Aprovado. Atendentes, enfermeiras e médicos falam inglês super bem. Melhor do que esperávamos.
A consulta durou dois minutinhos. Antes de entrar no consultório, uma enfermeira pesa o bebê, mede o tamanho do corpo, a circunferência da cabeça e a pressão. Dentro da sala do médico, aquele exame clínico de rotina: pega aqui, ali, ausculta o coração. Ele pergunta o que ele come e gosta de saber que é só leite materno. Sobre as vacinas, mostramos o calendário brasileiro e pagamos caro pela penta. A vacina contra rotavírus está em falta.
Alguns dias depois, o próprio médico nos liga e diz que tem a vacina em seu consultório particular. Vamos até sua casa num bairro chique. Tem até calçada e isso é coisa bem rara por aqui. Ao chegarmos, percebemos que ele fez um puxadinho nos fundos para atender. Na entrada, damos de cara com um de seus pacientes - um menino de uns três anos que vomita. Acho que ele tinha comido arroz.
O lugar é meio decadente, a pintura amarelada e os móveis não alegram, como seria de se esperar para um consultório infantil. Ficamos meio desconfiados. Chega nossa vez e checamos a vacina com cuidado. Parece tudo bem. O vovozinho nos atende. Simpático. Outros cinco minutos de consulta.
Explicamos que os dentes estão nascendo e que o menino anda esfomeado, acordando umas cinco a seis vezes de noite para comer. Ele indica complementar a alimentação com uma colher de cereal de arroz. "O mais fácil de digerir", ele explica em inglês. "Isso não vai dar pra nada", eu acho. Sobre as vacinas do mês que vem, elas não estão disponíveis na Indonésia ou mesmo em Cingapura. Vamos ter que procurar em outro lugar...
Terminamos o dia comendo pizza e tomando coca cola. João adormece no colo e a gente volta pra casa. Ah, é. Agora a gente tem casa!!! No próximo post eu conto!
Informações básicas:
Peso: 7,535kg
Tamanho: 65cm
A consulta durou dois minutinhos. Antes de entrar no consultório, uma enfermeira pesa o bebê, mede o tamanho do corpo, a circunferência da cabeça e a pressão. Dentro da sala do médico, aquele exame clínico de rotina: pega aqui, ali, ausculta o coração. Ele pergunta o que ele come e gosta de saber que é só leite materno. Sobre as vacinas, mostramos o calendário brasileiro e pagamos caro pela penta. A vacina contra rotavírus está em falta.
Alguns dias depois, o próprio médico nos liga e diz que tem a vacina em seu consultório particular. Vamos até sua casa num bairro chique. Tem até calçada e isso é coisa bem rara por aqui. Ao chegarmos, percebemos que ele fez um puxadinho nos fundos para atender. Na entrada, damos de cara com um de seus pacientes - um menino de uns três anos que vomita. Acho que ele tinha comido arroz.
O lugar é meio decadente, a pintura amarelada e os móveis não alegram, como seria de se esperar para um consultório infantil. Ficamos meio desconfiados. Chega nossa vez e checamos a vacina com cuidado. Parece tudo bem. O vovozinho nos atende. Simpático. Outros cinco minutos de consulta.
Explicamos que os dentes estão nascendo e que o menino anda esfomeado, acordando umas cinco a seis vezes de noite para comer. Ele indica complementar a alimentação com uma colher de cereal de arroz. "O mais fácil de digerir", ele explica em inglês. "Isso não vai dar pra nada", eu acho. Sobre as vacinas do mês que vem, elas não estão disponíveis na Indonésia ou mesmo em Cingapura. Vamos ter que procurar em outro lugar...
Terminamos o dia comendo pizza e tomando coca cola. João adormece no colo e a gente volta pra casa. Ah, é. Agora a gente tem casa!!! No próximo post eu conto!
Informações básicas:
Peso: 7,535kg
Tamanho: 65cm
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Quatro meses
Hoje João completa quatro meses. É incrível como está diferente. Parece outro menininho, se o compararmos ao bebê que conhecemos no dia 14 de junho. Eu e Pedro ficamos brincando, dizendo que nós adultos não ganhamos nada, ou quase nada, de habilidades diferentes em anos. Inclusive, se pararmos pra pensar, até perdemos capacidade de fazer algumas coisas com o tempo e a falta de prática. Com os bebês, são mil novidades todo dia.
Agora, João já reconhece a gente e tenho a impressão de que está começando a identificar o próprio nome. Rola de um lado pra outro, não para quieto, quer pegar tudo, enfiar na boca e ensaia movimentos para engatinhar. Inclusive, como contei antes, já tem um dentinho vindo aí. Até agora, nada de febre, ainda bem.
Marcamos uma consulta com um pediatra no sábado pra ver peso, tamanho, essas coisas de rotina, e também para nos informarmos sobre vacinas. Estamos na maior expectativa pra ver como vai ser esse novo médico. Marcamos numa clínica que atende sobretudo expatriados e parece boa. Pelo que andei lendo, os médicos indonésios, quando formados por aqui mesmo, não parecem muito confiáveis, então o pessoal de fora prefere ser atendido nessa clínica (chama-se SOS) ou, em casos mais graves, vão pra Cingapura.
No mais, João ainda está com o sono irregular e acordando algumas vezes de madrugada. Não vejo a hora de ele dormir a noite toda. Acho que vai melhorar quando finalmente sairmos do hotel e formos para nossa casa. Nos mudamos sábado! Uhuuu!
Agora, João já reconhece a gente e tenho a impressão de que está começando a identificar o próprio nome. Rola de um lado pra outro, não para quieto, quer pegar tudo, enfiar na boca e ensaia movimentos para engatinhar. Inclusive, como contei antes, já tem um dentinho vindo aí. Até agora, nada de febre, ainda bem.
| Continua carequinha |
Marcamos uma consulta com um pediatra no sábado pra ver peso, tamanho, essas coisas de rotina, e também para nos informarmos sobre vacinas. Estamos na maior expectativa pra ver como vai ser esse novo médico. Marcamos numa clínica que atende sobretudo expatriados e parece boa. Pelo que andei lendo, os médicos indonésios, quando formados por aqui mesmo, não parecem muito confiáveis, então o pessoal de fora prefere ser atendido nessa clínica (chama-se SOS) ou, em casos mais graves, vão pra Cingapura.
No mais, João ainda está com o sono irregular e acordando algumas vezes de madrugada. Não vejo a hora de ele dormir a noite toda. Acho que vai melhorar quando finalmente sairmos do hotel e formos para nossa casa. Nos mudamos sábado! Uhuuu!
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