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domingo, 16 de maio de 2010

Consulta e visita à maternidade

Ontem fui à consulta com a obstetra. Fiz o exame de estreptococos e não achei tão ruim assim. Foi muito rápido e é menos invasivo que o papanicolau. Também não achei o exame de glicemia, que fiz mês passado, péssimo. Quer dizer, a parte de tirar o sangue duas vezes é horrível, mas isso porque eu tenho agonia de agulha e fobia de sangue, mas tomar o líquido super doce que eles dão foi bolinho, heheheh. Espero que até o final da gravidez seja assim, melhor do que dizem que é!
Quanto aos exames de sangue, pensei que estava livre deles, mas a médica me passou mais uma lista. Segundo ela, são para o pediatra. Só vai ser ruim porque, dessa vez, Pedro não vai estar aqui pra pegar na minha mão. Aiai. Vamos lá. 
Agora a melhor parte: farei mais uma ultrassonografia! Este exame compensa todos os outros. Parece que ver o bebezinho torna real toda essa expectativa e reforça o laço que a gente já tem com ele. A médica pediu para marcar a ultra na semana do dia 20, para ficar mais perto da próxima consulta, dia 28. "Talvez nem tenhamos que fazer outra", disse ela. É porque o parto pode ser bem pertinho dessa data. Já falei com o João e decidimos esperar o dia 6. Pedro chega dia 5! Espero que ele não mude de ideia.
  • Visita à maternidade
Aproveitamos que a médica trabalha no hospital Santa Lúcia, onde vai ser o parto, e visitamos a maternidade. São 19 leitos. Achei bastante. É bom porque assim fica mais difícil chegar lá e não ter quarto disponível pra mim. Gostei. É tudo bem novinho. Não tem aquele clima de hospital com gente passando mal, luz um pouco sombria, pintura fosca meio velha, cheiro de formol. Nada disso, tinham enfermeiras com cara boa, enfeites nas portas dos quartos, relativo silêncio quebrado pelo choro de algum bebê recém-chegado e luz, claridade. O ambiente lembra vida nova.
O João vai ficar no quarto! Ótimo porque não vou ficar preocupada com ele longe, podendo ser trocado por outro, levado por alguém. Paranóia? Talvez. Não estou nem aí. Se acontece com os outros, pode acontecer com qualquer um. Vi, por uma porta entreaberta um pai segurando o neném bem novinho. Deu a maior ansiedade e um medinho. Vamos ter que aprender a segurar o João, dar banho, entender o que ele quer dizer quando chora. Eu vou amamentar e tanta gente tem problemas com isso. Nessas horas, é contar até dez, respirar e pensar que até agora as coisas têm sido melhores do que a maioria diz ser!